A evolução da educação

paralelo1 Mudar esse panorama, só com tv em excesso!

É, meus amigos, muitos são os textos que denunciam os mandos e desmandos de professores, dirigentes e outras pessoas que lidam diariamente com alunos. Outros, escritos por estes profissionais, falam de como os alunos chegam desmotivados para estudar. Interessante é ver que os dois lados têm culpa nessa situação toda. Veja, por exemplo, o texto que recebi por e-mail dia desses:

 

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia... Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas.

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada comprei um produto que custou R$15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa R$ 0,80 para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que ela tinha que me dar R$ 5,00 de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de  produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( ) SIM    ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. Se você é afrodescendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder.
( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

Como um discurso pode ser mascarado

Desde há muito já percebi, mesmo antes de estudar um pouco de Análise do Discurso, que nossas palavras podem ser mascaradas criando uma realidade que não existe verdadeiramente. Isso pode ser conseguido por meio de eufemismos, hipérboles, por meio da polissemia e muitos outros recursos linguísticos. Veja, por exemplo, o texto que recebi por e-mail recentemente:

Uma comitiva do Parlamento Europeu, a convite do Lula e da sua Ministra, após a suas cirurgias de fimose e próstata, visitam uma escola modelo no nosso país maravilha.
Numa sala da primária cheia de jornalistas, a ensaiada professora com ambição a uma futura boa colocação, pergunta aos alunos:
- Onde existe a melhor escola?
- No Brasil. - Respondem todos.
- Onde existe computador portátil, distribuído pelo governo?
- No Brasil. - Respondem.
- E onde há os melhores recreios da América do Sul?
- No Brasil. - Respondem mais uma vez.
- E onde existem as melhores cantinas, que servem os melhores almoços, com boas sobremesas?
- Nas escolas do Brasil!
A professora ainda insaciada, continua:
- Onde é que vivem as crianças mais felizes do mundo?
- No Brasil! - Respondem os alunos com a lição bem estudada.
Os tradutores lá iam informando a comitiva estrangeira que abanava a cabeça, cépticos.
Nisto uma garota no fundo da sala começa a chorar baixinho.
Com as televisões em direto, Lula, para impressionar convidados e jornalistas, pondo-se a jeito para as câmaras, resolve acudir à menina perguntando-lhe:
- Que tens minha Menina?
Resposta imediata da menina, soluçando:
- QUERO IR PARA O BRASIL!

Há algum tempo, vemos propagandas governistas bradando que muito tem sido feito pela educação de forma geral. Como professor, estou dentro do vulcão e vejo bem a maneira como os recursos são destinados, a burocracia para liberação de verbas e, pior, a maneira como aqueles que recebem essas verbas valorizam o que lhes é dado.
Escolas depedradas, banheiros que precisam ficar trancados enquanto os alunos estão em sala de aula, lousas tão esburacadas quanto as rodovias federais, giz de péssima qualidade levando professores a tirar licença por agravamento de alergias e por aí vai. Eu também quero ir para este Brasil que a menininha da história menciona. Eu também quero ir para o lindo lugar onde professores recebem o suficiente para garantir os direitos constitucionais, onde eles não precisam dividir-se em duas, três escolas para ter um salário digno e que dê o sustento da família. Eu também quero ir para este lindo lugar.

Por que as mulheres vão em grupos ao banheiro?

Recebi por e-mail este texto e realmente tem um fundo de verdade. No mínimo você o achará engraçado. você já pensou no motivo das mulheres irem em grupos ao banheiro? Fofocar? Retocar a maquiagem? Não não. Vejam só na leitura do texto. Seja persistente e leia-o até o final.

mulher banheiro sufoco Pode ocorrer quando há papel e isso é raro.

Todo leitor de blogs é burro?

Vejo com um sorriso no canto da boca as vociferações do @Cardoso em relação à burrice de alguns leitores dele tanto no Twitter como no blog onde os comentários revelam a dificuldade do “brasileiro” ler (e entender) algo. Pensei em propor um silogismo aqui, mas raciocínio não é algo muito comum para uma geração acostumada a adicionar “amigos” em massa e a reclamar da ausência de álbuns de fotos no Twitter.

Ler deveria ser proibido

E pensar que o destino do mundo esteve nas mãos dele.

Há muito anos tomei contato com o texto "Ler devia ser proibido". Lembro-me que, na época, o título chamou-me muito a atenção. Leia-o e comprove que é verdadeira a argumentação.

A pensar a fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavaleiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-lo com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas pra que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.
É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-las a
desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista da sua liberdade.
O mundo já vai por um caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de Pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há correntes, prisões tampouco. O que pode ser mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns. Jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

Aprendendo algo com a "Surfistinha".



Navegando entre meus arquivos preparando uma avaliação de Redação, deparei-me com um texto que guardava. O motivo eu nem sei, mas guardava. Li novamente e fiquei pensando no que ela disse. Resolvi pensar alto e escrever aqui. Vamos a mais um texto da série que nunca existiu aqui no blog: Textos comentados! Hoje, um relato da musa do Alexandre Frota, Bruna Surfistinha.
Pois é galera, foram três anos e 8 dias na putaria!!!
Carreira curta. Lembra-me a carreira dos jogadores de futebol. Semelhantes as carreiras são. Trabalham com bolas, dormem fora de casa e são a paixão maior dos brasileiros.

E estou aqui para me despedir de vocês como “Bruna surfistinha”!!
Nestes três anos, fui Bruna durante 8 meses, Fernanda por 4 meses e Bruna surfistinha por dois anos.
Me considero uma vencedora por ter passado por tudo o que passei sem abaixar a cabeça para nada e ninguém. E posso dizer que não foi fácil. Mas consegui!
Imagino como devia ser difícil seu trabalho. A carreira de professor também não é uma maravilha. Aguentar apelidinhos, mudanças de horário, vender-se por pouco dinheiro a despeito de todo investimento feito anteriormente. Aluno não é um ser fiel. Amam os professores, mas basta eles serem trocados para que a paixão mude de foco.
Comecei a fazer programa com 17 anos. Eu lembro que estava perdida na vida, insegura, não tinha nenhuma experiência sexual. Tudo o que aprendi sexualmente falando, foi sendo prostituta.
Aprendi muito nestes últimos anos, coisas que muitas pessoas passarão a vida toda sem aprender, pois só a vida ensina.

Dizer-se perdida na vida antes mesmo de começar na profissão é uma postura corajosa. Sobre passar a vida sem aprender algumas coisas, passo a vez. Ouvi dizer que já existe o Kama Sutra pra nos ensinar. Na verdade, basta ligar a tv na novela das 20h ou virar a madrugada vendo a Band.
Longe dos meus pais, com homens estranhos na cama, tive que cheirar sacos fedidos, ainda tive que enfrentar invejosos de plantão, assim como, a hipocrisia e o preconceito na sociedade. Este foi o “lado negro” que enfrentei.
Essa descrição dá a noção exata do tipo de público que ela atendia. Não comento o resto porque vou ali vomitar.
Conheci muitas pessoas bacanas, amigos que guardarei no meu coração para sempre e que jamais deixarei de manter contato, conheci o Pedro – o amor da minha vida , ganhei muito dinheiro mas mais do que isso, recebi muito carinho e credibilidade. Este foi o lado bom da história.
Amigos? O dono da farmácia, a mulher do teste de AIDS, o manobrista... Maravilha é ter conhecido o rapaz citado aí. Só não pode deixar de mencionar que ele era casado na época, né? Eu sei que você não tem culpa disso, eu sei. Por último, disse mesmo credibilidade? Gostaria de saber como é isso. Tem um ranking?
O dinheiro nunca foi fácil, foi apenas rápido...
Se o nome disso. É rapidinha, né? Já tive um coelho e ninguém ganhava dele desse quesito.
Valeu a pena????
Depende em qual sentido. Mas se eu colocar tudo numa “balança”, não valeu.
Só você poderia responder, né? Nesse aspecto o sentido influencia muito. Há quem goste de ficar por cima, há quem goste de ficar por baixo. Já você, sei que não tinha como escolher, né.
Um dia quero poder rir do meu passado.
Pode rir conosco.
O segredo para não abaixar a cabeça foi ter esperança. O segredo para ter tido sucesso, foi ter coragem.
Fala a verdade, o segredo é sim baixar a cabeça. Coragem nós já sabemos que teve, vide o comentário no início do texto.
Nunca tive vergonha, assumi de cara limpa. Reafirmo que nunca ninguém pagou as minhas contas, o corpo é meu e a vida é minha. Ter vergonha do quê então?
Passo! Você tem razão.
Nunca me senti como uma prostituta, quem me conheceu sabe o que estou querendo dizer. Digo que fui uma namoradinha de aluguel.
Amo eufemismos. Um outro é "eu não era puta, era apenas uma modelo que descansava durante o dia".
Interpretei muito bem a minha personagem e sempre consegui separar a profissão da minha vida pessoal.
O que falta para se tornar uma artista global.
Para mim, ser prostituta foi como se eu fosse uma atriz onde eu interpretava uma única personagem: a Bruna surfistinha. Eu me sentia como se estivesse num teatro: onde eu era a protagonista, o palco era a cama, o figurante era o cliente e a platéia não existia.

Não disse? Está explicado o porquê dela ter se tornado escritora. Manipula a língua como ninguém. Eufemismos ela já mostrou que sabe usar.

Eu gostava de fazer programa, preciso reconhecer isso. Imaginem, comecei a fazer programa com 17 anos, justamente quando os hormônios estão à flor da pele!!! Mas quando completei 19 anos, juro que cansei. Mas nunca quis demonstrar isso, pois eu precisava vender o meu peixe, fazer marketing, publicar o meu trabalho para ganhar dindin.

Estranharia se lesse coisa diferente disso. Creio que qualquer profissional que esteja lendo meu blog já disse algo muito semelhante a isso. Bom, vamos deixar essa última parte de lado. Tenho confiança no ser humano, na conversão dele. Entenda conversão como mudança de rumo e não como adesão a alguma religião. Já falei disso no meu antigo blog. Noutro dia volto aqui e falo sobre as dicas para que seu marido, minha leitora, nunca procure os serviços de alguém como era a protagonista do pos no início da carreira.
P.s.: vejam que falei apenas da personagem "Surfistinha". O que a moça, que tem mais livros publicados que lidos, faz hoje não me interessa.

Augusto dos Anjos - dia do escritor

Hoje é o dia do escritor. Não sei se há muito o que comemorar num país que não lê tanto quanto deveria. Na verdade nem é um problema já que a maioria não é honesta como deveria. Enfim, não poderia deixa passar em branco a data.
Gozo o prazer, que os anos não carcomem,
De haver trocado a minha forma de homem
Pela imortalidade das idéias!

Vamos ser mais constantes?


Caberia aqui um verso da Legião, mas seria tão clichê!

Funciona assim. Hoje, mensagens são mandadas, flores são encontradas na porta de casa, sms carinhoso e até tempo para ir no cinema encontra-se em meio ao trabalho. Amanhã, tudo volta ao normal. Sai de casa sem dar um beijo na esposa, almoça no serviço ou, quem sabe, em algum restaurante escondido com a amante, de tarde canta a estagiária no escritório e cobiça a cliente que pediu um orçamento. Final da tarde liga pra casa dizendo que vai se atrasar, mas fica até tarde bebendo com os amigos. Tem tempo ainda para passar na casa da amante e dar uma rapidinha. Quando chega em casa, não brinca com os filhos, diz que vai pro computador terminar o trabalho, mas fica vendo site pornô. Será que não é a hora de ser mais constante nas atitudes? Imagine a história abaixo já recebida inúmeras vezes por e-mail.

Essa é uma história real. O casamento se deu em São Paulo com um funcionário da Walita, e foi até notícia de jornal. Era um casamento com cerca de 300 convidados... Depois do casamento, durante o brinde, o noivo levantou-se, foi até o palco e pegou o microfone, disse que queria agradecer a todos por terem vindo, muitos de tão longe para assistir ao seu casamento, e especialmente ao seu novo sogro por ter providenciado uma festa tão espetacular... Em retribuição aos presentes que receberam dos convidados, disse que queria oferecer a todos um presente especial só da parte dele. Pediu então que todos abrissem os envelopes que estavam colados com Silver-Tape debaixo das cadeiras...


Romantismo está na moda!

E assim foi! Todo mundo com aquela cara de "que coisa original", "que bonitinho", etc, até que abriram o envelope, dentro do qual estavam duas fotografias em 20x30 do seu padrinho de casamento tendo relações sexuais com a sua noiva...
Ele tinha suspeitado da relação dos dois umas semanas antes do casamento, e contratou um detetive para os seguir, confirmando as suas suspeitas... O noivo ficou durante alguns segundos observando as reações dos convidados, virou-se para o seu padrinho e noiva, e disse: "Curtam a festa, é de vocês".
Retirou-se então, deixando uma multidão estupefata...
Teve o casamento anulado dois dias depois...
Enquanto a maioria de nós teria acabado com o noivado imediatamente após descobrir a traição, ele não; deixou a coisa seguir adiante como se nada tivesse acontecido!
A SUA VINGANÇA: Fez com que os pais da noiva pagassem mais de R$ 50.000 ,00 por um casamento para mais de 300 convidados (e que o pai da noiva, um militar aposentado, provavelmente vai fazê-la pagar de alguma forma...).
Fez com que todos ficassem sabendo exatamente como é que as coisas aconteceram (se ele tivesse cancelado antes da cerimônia, a família da noiva só iria saber da versão que ela contasse). Deu fim a reputação da noiva e do padrinho em frente de todos os seus amigos, pais, irmãos, irmãs, avós, sobrinhos, tios, tias, etc.
Em outras palavras:
O CARA É CORNO, MAS É NINJA!


Quem ficou com cara de merda agora?

Paradoxo do Nosso Tempo

"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus."

Você é assim? Então leia a continuação do texto o "Paradoxo do Nosso Tempo" de George Carlin clicando após a imagem.



Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre!

Linguagem difícil de entender

A linguagem jurídica é caracterizada pela dificuldade em entender. Fala-se em jurisdiquez, economiquez... Bom, aí está uma série de provérbios escritos numa linguagem um tanto difícil. Mas facilitei colocando a tradução.



-A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço. (A vaca foi para o brejo)
- Desejo veementemente que V.Sa. receba contribuições inusitadas em vossa cavidade retal. (Vá tomar no ...)
- Desejo veementemente que V.Sa. performe fornicação na imagem de sua própria pessoa. (Vá se fuder)
- Creio que V.Sa. apresenta comportamento galhofeiro perante a situação aqui exposta. (Você tá de sacanagem)
- Prosopopéia flácida para acalentar bovinos. (Conversa mole pra boi dormir )
- Romper a face. (Quebrar a cara)-Creditar um primata. (Pagar um mico)
-Inflar o volume da bolsa escrotal. (Encher o saco)
-Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de outrem. (Dar um pé na bunda)
-Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento. (Chutar o pau da barraca)- Deglutir um batráquio. (Engolir um sapo)- Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores. (Meter o rabo entre as pernas)- Derrubar com intenções mortais. (Cair matando)- Eximir de qualquer tipo de sorte. (Azarar)- Aplicar a contravenção do Senhor João, este deficiente físico desprovido de um dos membros superiores. (Dar uma de João sem braço)- Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira. (Nem a pau)
- Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais .
(Nem que a vaca tussa)
- Sequer considerando a utilização de instrumentos metálicos. (Nem ferrando)- Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente. (Chutar o balde)- O orifício circular conjugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um individuo em avançado estado etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade. (... de bêbado não tem dono )*

Eu sei, mas não devia...

De novo? Sossega, rapaz!
"Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não Ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas . E porque não abre as cortinas logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão."
Com esse diálogo, Marina Colasanti nos leva a uma reflexão interessante. "Eu sei, mas não devia" é a questão que me incomodou hoje. Depois de conversar com uma amiga, resolvi dar uma guinada e juntar os três blogs que eu tinha (Blog do Bauru, Encontros Fortuitos e Sem ImaginAÇÃO) em apenas um. Será assim de agora em diante. Perdão aos assinantes de feed. Vou tentar compensar essas mudanças de alguma forma. Aos poucos, como disse hoje no Twitter, a casa vai ficando em ordem.

Não é tudo a mesma m$#@?

O Bombeiro volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar uma bimbada com a esposa matar a saudade da esposa. Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher..
- Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
- Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
- Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá. O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
- Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
- Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
- Sou, e daí?
- O que você tá fazendo vestido de PM?

Bombeiro, PM, entendeu?