A recente história política brasileira

Recebo dezenas de apresentações de Power Poit durante a semana. Sempre deletei sem ao menos ver a não ser que vieram do Gilberto, que não manda besteiras. Hoje, cinco minutos de ócio fizeram-me abrir e copiar as imagens para vocês. Bem, a história é sempre a mesma: polícia prende, juízes soltam. Políticos roubam, ninguém vai preso.















Brincadeira de mal gosto

Susto é uma ação biológica que ocorre quando uma pessoa vê algo inesperado. É uma reação do corpo humano contra possíveis ameaças, que resulta no lançamento do hormônio adrenalina na corrente sanguínea. A adrenalina gera vários efeitos no corpo humano, como redirecionamento da corrente sanguínea do sistema intestinal para os músculos e rápido metabolismo. O intuito do susto é, biologicamente, preparar o corpo humano a reagir contra a ameaça, mesmo quando esta ameaça de fato não existe (ex: filmes de terror).
Fonte

Clica que cresce!

Falha no paintball ou paintball fail

Certo, sou chato, mas tenho meus motivos. Não gosto de "brincadeiras de mão", de empurrões, de apelidos, de palavrões. Não gosto de brincadeiras que envolvam riscos, principalmente para mim. É por isso que achei bem-feito pro besta do vídeo abaixo. Nunca joguei paintball, mas deve doer pra cacete caramba.


Fake ou não, aposto que tem gente que vai tentar fazer igual!

Elasticidade


Por que ainda vou convidar a Mama para um desafio ao vivo!

Mexendo no layout

Bem, resolvi mexer por aqui. Esse blog não recebe tantas vistas, por isso, será meu lugar de testes ao mesmo tempo que coloco alguns programas indicados por amigos. Por isso, não liguem para alguns problemas de layout, pois as postagens estão aí para vocês.
Visite meu outro blog. Mais postagens, mais downloads, mais diversão!

Planejamento de 8 horas

Pois eu sei que será um saco!

Profecia pós-carnaval

Acho que já vi isso numa quarta-feira de cinzas.

P.s.: Sim, eu guardava esse cartun há muito tempo.

Homilética escrita

Li recentemente um artigo no qual o autor, profº Isaltino Gomes, falava sobre a homilética escrita. Numa época em que os "novos" políticos acabaram de assumir os cargos para que foram eleitos, questionar os recursos usados por eles diariamente é mais que salutar.
Partindo do texto de Jô Soares, o autor questiona aqueles que discursam sem nenhum objetivo, ou melhor, aqueles que discursam com o “claro objetivo” de não serem claros.
Leia o texto a que me refiro:

Da arte de falar bem sem dizer nada
"Quando fui convidado para homenagear com um discurso neste digníssimo banquete o meu prezado amigo cujo nome agora me falha a memória, achei imediatamente, depois de pensar muito que eu era sem dúvida a pessoa indicada, a não ser naturalmente que outro orador fosse escolhido. Desde criança, foi o homenageado um dos mais categorizados elementos, tendo muito mais talento e inteligência do que todos os que eram menos dotados do que ele. Neto de seus avós, o homenageado é também filho de seus pais, pertencendo desde cedo à sua família. Veio ao mundo na sua cidade natal, exatamente no dia do seu aniversário. Em menino, era membro ativo da infância, tendo passado para a adolescência na puberdade. Depois disso, ficou adulto, e, num rasgo cronológico, atingiu a maioridade aos 21 anos.
Homem de várias habilidades, é perito naquilo que de melhor faz. Sua memória é tão fantástica que ele se lembra nitidamente de tudo aquilo que não esqueceu.
É uma pessoa de temperamento suave, a não ser quando se exalta, e só se cansa em momentos de exaustão. Domina com perfeição todas as línguas que fala sem dificuldades e quando conversa usa sempre a palavra, deixando apenas para redigir tudo aquilo que escreve. Conhece todas as partes do mundo a não ser os lugares onde nunca esteve. Além disso, quando labuta, trabalha.
Finalmente, devo revelar que no ano passado, neste mesmo dia, este meu caríssimo amigo era dois anos mais moço do que será no ano que vem. Não quero ser profeta, mas guardem bem as minhas palavras: de hoje a uma década, o homenageado verá que dez anos ter-se-ão passado.
Obrigado” (sic).
Jô Soares, em "O astronauta sem regime", pp. 81-82

No ano de 2006, como aluno-especial, assisti às aulas da profª Drª Eni Orlandi. Por muitas vezes, inclusive em exemplos dados em classe, questionou-se o modelo discursivo das igrejas, geralmente, evangélicas. Em sua imensa maioria, valoriza-se a retórica em detrimento do conhecimento. Quantas são as que nasceram a partir de alguém que diz ter tido uma revelação divina, mas que, na verdade, apenas treinou (colocar o vídeo do Edir Macedo) para falar bem.
No artigo a que me referi inicialmente dizia ainda que um número muito grande de discursos evangélicos se assemelha a este texto de Jô Soares: “um palavrório incrível sem que nada de substancioso tenha sido dito.”
Dizer-me, leitor, que este texto trata de religião e que este espaço deveria tratar de questões da língua seria simplista demais. O “dizer” e o “nãodizer” são faces da mesma moeda (perdoe-me pelo chavão). Mais ainda, escrever sem objetivo e exagerar nas palavras é tão grave quanto achar que o leitor tem a obrigação de entender algo que está apenas na cabeça do escritor. É justamente esse ponto que tangencia o blog. Escrever é prática e estudo. Por isso, observe as tags que se referem à Língua Portuguesa e as que apresentam dicas para escrever melhor.

[UPDATE] Leia o arquivo que deu origem a esse post baixando-o AQUI.

Labirintos mentais

Chegar aos sessenta com a memória em dia não é tarefa tão difícil. Considere que está ouvindo isso de um cara com 33 que quer se aposentar. Tudo bem que não dá credibilidade ao post, mas é comprovado cientificamente que exercícios que envolvem raciocínio, leitura e atividade física são elementos que contribuem em muito para a saúde mental de qualquer um. Pensando nisso, proponho um exercício aqui.

Clicando na foto, ela ficará maior e você poderá imprimi-la.

Como sacanear seus amigos

[modo chavão ON] Mais velho que andar pra trás são as frases de duplo sentido que aproveitando-se dos cacófatos, busca ludibriar os amigos na busca da ascensão dentro do grupo. Em outras palavras, sempre tem um entre os amigos que gosta de sacanear todo mundo. Livrar-se dessas brincadeiras não é tão simples, pois as perguntas exigem resposta rápida. Por isso, aprenda com o tio aqui.
Como sacanear seus amigos ou livrar-se disso

Pergunta: "Que time é teu?"
Resposta: "Bateu na trave entrou no teu".

Pergunta: Você está num navio com seu cachorrinho chamado Nabunda. O barco afunda. Você leva Nabunda ou deixa Nabunda?
Resposta: "Nabunda nada"

Pergunta: Meu pai está pensando em fazer um churrasco. Com 30 quilos de carne dá pra 20 comer?
Resposta:"Acho que não. Mas também não sou bom de contas. Como você, certo?"

Pergunta: Você chegou há pouco de fora?
Resposta: "Você está louco hoje?"

Sim, são bestas, mas os sacaneadores estão se atualizando. Foi-se o tempo em que diziam:

Ele: Você conhece o Mário?
Você: Quê Mário?
Ele: Aquele que te comeu atrás do armário!